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quinta-feira, 7 de agosto de 2008

McCain distribui aparelho para encher pneu com nome de Obama

Em meio a uma intensa campanha de ataques e contra-ataques, a equipe do candidato republicano John McCain surpreendeu o público de seu comício em Ohio com a distribuição de um brinde inusitado: um aparelho para encher pneus com a inscrição "Plano de energia de Obama".
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O presente foi uma provocação dos republicanos à sugestão do democrata Barack Obama de que os eleitores deveriam andar com os pneus bem cheios para reduzir o gasto de combustível.
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Deixando de lado a exploração de reservas de petróleo, energia nuclear e preço dos combustíveis, McCain e Obama dedicaram-se à pressão dos pneus.
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Em um evento na noite desta terça-feira, McCain disse não se opor à sugestão de Obama: "E posso mencionar que o senador Obama disse há uns dias que nós deveríamos inflar nossos pneus e eu não discordo".
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"A Associação Americana de Automóveis recomenda fortemente que façamos isso, mas eu também não penso que este seja um meio de sermos independentes em energia", disse o senador republicano.
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Com um tom irônico, McCain aproveitou sua visita a uma corrida de motocicletas em Sturgis, Dakota do Sul. "Meu oponente não quer a exploração [das reservas petrolíferas costeiras], ele não quer energia nuclear, ele quer que você infle seus pneus".
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Nesta quarta-feira, em Ohio, McCain voltou ao tema e criticou Obama por não apoiar inteiramente a energia nuclear como parte de uma ampla solução energética. "Ele está fora da realidade", afirmou.
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Obama preferiu não tocar diretamente no assunto, mas também não poupou críticas ao rival republicano. "Será interessante ver um debate entre John McCain e John McCain", disse, referindo-se às mudanças de postura do senador por Arizona devido à corrida presidencial.
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Com a campanha se aproximando das convenções nacionais, quando as candidaturas serão oficializadas e muito provavelmente os nomes dos vice-presidentes serão anunciados, Obama e McCain dedicam quase tanto tempo aos ataques quanto às propostas políticas.
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Schwarzenegger faz 'greve' por orçamento nos EUA

O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, deu início a uma curiosa "greve" para forçar os legisladores do Estado americano a aprovar, com mais de um mês de atraso, o orçamento estadual.
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Schwarzenegger disse que não sancionará nenhuma lei que chegar à sua mesa até que a legislatura aprove a nova previsão orçamentária para o ano fiscal que já começou.
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Como a legislação estadual prevê que um projeto sem a assinatura do Executivo vire lei em 12 dias automaticamente, o governador disse que vetará todos os outros que estiverem a ponto de entrar em vigor.
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"Até que a legislatura passe um orçamento que eu possa assinar, não assinarei nenhuma lei que chegar à minha mesa. Isto significa que algumas boas leis ficarão paradas. Mas não podemos nos dar ao luxo de esticar esse processo por mais tempo", declarou Schwarzenegger em uma entrevista coletiva na quarta-feira.
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"Já estamos há mais de um mês no novo ano fiscal e a Califórnia ainda não tem um orçamento. É um tremendo desserviço às pessoas de nosso Estado. Não há desculpa para o fracasso dos legisladores em chegar a um acordo e me enviar um orçamento."
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Com um déficit de US$ 15 bilhões, a Califórnia se encontra em um estado financeiro que, para o governo, já indica uma "crise iminente". Alegando falta de dinheiro em caixa, Schwarzenegger já suspendeu o pagamento dos legisladores até a aprovação do novo orçamento.
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Na semana passada, o governo determinou que a maior parte dos 235 mil funcionários da Califórnia receba apenas o salário mínimo federal de US$ 6,55 por hora.
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Tanto no caso dos parlamentares quanto no caso dos funcionários do Estado, a diferença de salário será paga quando for aprovado o novo orçamento.
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Como uma lei não sancionada pelo Executivo entra em vigor na Califórnia automaticamente 12 dias após a sua aprovação pelo Legislativo, Schwarzenegger disse que vetará todas as que estiverem nessa condição, independentemente de as propostas terem ou não seu apoio.
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"Vetarei tudo que estiver na minha mesa, simplesmente vetarei. De agora em diante, nada será assinado e nada será analisado."
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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Política e Sumô

" Não sou maluco por política. Acontece que a política é um dos dois esportes de arena para o qual eu tenho tempo. O outro é o sumo. Esporte maravilhoso. Cerimônia intrincada e bela. Brutal, brilhante e barulhento. O ritual mais antigo e refinado. Então, com o estalar de dedos, a aterradora trombada de cabeça, a luta para segurar o outro, segundos duros de uma luta que é igualmente dividida entre inteligência, força e montanhas de gordura... e então acabou. Um dos dois acaba pisando fora do círculo, ou alguma outra forma de expulsão que se resume a tapas que caem como raios, ou o gordo maldito simplesmente desaba no chão. O sumo é belo e cruelmente breve, como as borboletas.
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Na minha cabeça, o sumô andou mudando nos últimos anos. A habilidade está desaparecendo. Os lutadores de sumo de maior sucesso são aqueles que possuem um peso assustadoramente grande e que se contentam em tacar o outro cara para fora sem graciosidade ou inteligência. Estou inclinado a inferir em uma conexão, embora etérea e metafórica, entre o sumo contemporâneo e a política do pós-guerra. Eu sei... mas me perturba, mesmo assim.
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O esquisito é que, obviamente, eu acho que amo a política moderna mais que eu seria capaz de amar seus ancestrais mais educados. Poder ouvir os debates públicos de Abraham Lincoln sobre determinada política durante horas seria maravilhoso, tenho certeza. Mas não tão divertido. Ouvir um Carville, um Stephanopoulos ou aquele contador satanista do Mandelson tentar reduzir uma plataforma política complexa numa música de ciranda é muito mais divertido, e mais educativo. A habilidade se foi, entende? E agora tudo o que sobrou é JOGUE O OUTRO CARA PARA FORA DO RINGUE O MAIS DEPRESSA POSSÍVEL.
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A política é o maior esporte de arena dos anos noventa, e tenho certeza de que se tornará o maior esporte dos zero-zero, ou seja lá como formos chamar a próxima década. Enquanto escrevo isso aqui, toda aquela coisa de Lewinski acabou de explodir e a corte egípcia acabou de reabrir um caso que indicava o Primeiro-Ministro Britânico, Tony Blair, como um co-conspirador no assassinato daquela desgraçada da Diana. Loucura. Blair mal consegue controlar um governo – mal consegue tomar banho sozinho – muito menos uma conspiração assassina. Como Clinton, a sua habilidade especial é se eleger, e nada mais. Clinton nunca parece tão vívido quanto num discurso, e Blair torna-se quase fluorescente quando exposto ao amor de uma audiência. (Existe uma foto de Blair na muito aplaudida conclusão de uma conferência do partido dos trabalhadores, com sua esposa Cherie; enquanto ambos estão no palco recebendo os aplausos, Cherie está sorrindo para Tony, um sorriso conseguimos/vamos vencer/ eu te amo – mas Tony tinha olhos apenas para a audiência, olhos brilhando enquanto ele se embriaga naquele amor, aparentemente sem nem mesmo notar a presença de sua esposa). Daqui, Lewinski parece apropriada, apesar de óbvia falta de bom-gosto, autocontrole e sinceridade de Clinton – Linda Tripp era uma criatura de Nixon, uma suposta infiltradora da campanha de McGovern em 1972 contra o Velho Bastardo. Lewinski está por toda a parte nos jornais e TVs. Blair e o Egito ficaram relegados à última página. Infelizmente, os jornais nunca chegam a cobrir o sumô.
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E creio que isso é o que eu considero interessante, eu acho.
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A justaposição entre a Grande História e os Pequenos Detalhes. Ambas estão mergulhadas no absurdo, ainda mais quando colocadas lado a lado. Os pequenos detalhes dão relevância à mega-notícias. Assim? George McGovern perde feio de Nixon em 1972. Pequeno Detalhe: o obscuro político Tom Eagleton passou por terapias de eletro choque pelo menos em uma ocasião durante os nãos sessenta, dizem que por causa da depressão. Conexão: McGovern nomeou Eagleton seu candidato a Vice-Presidência em 72 sem fazer uma pesquisa extensiva sobre seu passado. E quando o pequeno detalhe é colocado lado a lado com a grande história – sem querer, pelo pessoal dos jornais, que mostraram isso para o pessoal do McGovern, sem sombra de dúvida com grandes sorrisos amarelos estampados na cara. Eagleton passou a maior parte dos anos sessenta entrando e saindo de hospitais psiquiátricos. Apenas para registro público, não como um ataque. Oops.
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A campanha de 1972 foi realmente suja – era o ano de Watergate, não se esqueça – com valor de entretenimento sem paralelos para alguém como eu. Eu não era velho o suficiente para vê-la, mas a história me dá o benefício de vê-la por todos os ângulos, com tempo o suficiente para olhar mais de perto. Não é tão divertido quanto Clint/Bush, mas quer saber? Por acaso alguém se lembra de quão completamente histérico Bush estava durante a campanha, como a incoerência e a tagarelice alcançaram sua densidade terminal no dia em que ele disse para sua platéia que se eles votassem em Clinton “estaremos cobertos de corujas até as orelhas e todos os Americanos estarão desempregados“? Ali estava um homem que acreditava que deveria ser eleito simplesmente porque o país precisava ser guiado por Alguém Como Ele. Política, como esporte de arena; vimos toda sua arrogância quando ele olhou para o relógio durante um debate presidencial transmitido ao vivo pela TV. E ali que ele se ferrou, bem ali. E de novo, Clinton; afastando-se do púlpito para trabalhar a audiência, gentil, aconchegante, brilhando, o cameraman provavelmente pensando que era Natal enquanto fazia closes com ângulo de talk-show dele falando com as pessoas...
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Foi horrivelmente assistível, especialmente porque, em meu estado sensibilizado durante aquela noite, eu continuava a ver Nixon atrás de Clinton. Ambos brilhavam com aquela necessidade flamejante de Ser Eleito. O que Bush não tinha. Bush sentia que Deveria ser eleito, mas ele não Necessitava, não contorcia sua mente e seu corpo e tudo o mais que estivesse em volta dele para o objetivo de ser eleito e nada mais.
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Em algum lugar neste escritório de merda eu tenho uma cópia de um romance muito engraçado de Philip Roth escrito, eu acho, no começo dos anos setenta, chamado Trick’s Gang. Ele conclui com o Presidente Trick E. Dixon fazendo um discurso de candidatura no Inferno. O filme de Oliver Stone foi muito gentil. O final de Trick’s Gang lhe diz tudo o que você precisa saber sobre Nixon.
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O presidente da minha América está concorrendo para um terceiro mandato. Acho que isso diz alguma coisa sobre sua Necessidade. "
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Warren Ellis

Nova Inglaterra

Fevereiro de 1998

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TRANSMETROPOLITAN: As aventuras de Spider Jerusalém - O ano do bastardo parte 1 de 6, e parte 2 de 6.

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terça-feira, 27 de maio de 2008

Governator

Assim é conhecido, comparado ao nome de seu filme "Terminator", Arnold Schwarzenegger no seu segundo mandato com Governador da Califórnia. Abaixo, alguns fragmentos de sua Campanha:









Aqui, a reportagem que saiu na Exame de 26/03/2008, falando sobre "o exterminador que ficou verde", destacando a sustentabilidade ambiental, indispensável tanto para vida quanto para os planos políticos:

Rock vs Policía

Nos vídeos abaixo vemos Peter Capusotto, argentino, apresentando alguns de seus programas inusitados. Criticando a política de seu país, os programas satirizam os acontecimentos, ligando tudo ao Rock'n Roll, rítmo que marcou a contra cultura nos anos 60. Mais um exemplo de contrapropaganda, da TV para viral!






domingo, 25 de maio de 2008

Clássicos!

Dwight “Ike” Eisenhower, 1952


John F. Kennedy, 1960


Lyndon Johnson, 1964


Ronald Reagan, 1984




George H. W. Bush, 1988




Bill Clinton, 1992


Labour, UK, 1997


George W. Bush, 2004


Claire McCaskill, 2006


Lula da Silva, PT, 2006


Conservatives, UK, 2006/07


Hugo Chavez, 2007

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Progamas Políticos no Mundo

Como será que são feitos os filmes/spots dos programas políticos em outros países? O que os outros países anseiam de seus representantes no poder? Como os partidos se apresentam? O que muda? Abaixo alguns exemplos:
Na Argentina:



Na Itália:



No México:


Na China:

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Política nos Quadrinhos!

Quebrando pré-conceitos, ao entrar no mundo dos Quadrinhos, ou Romances Gráficos, como são chamados na litereatura e na (9ª) arte, percebemos o quanto podem ser comparados como um espelho da sociedade. Na política não poderia ser diferente.
Dos roteiros complexos a versatilidade artística, este gêrero vem marcando a história, criando novas categorias literárias, com uma crítica, das HQs de ficção às realistas-bi(bli)ográficas. Isso sem esquecer que podem ser vistas como um formato inusitado no processo de Marketing, desde tirinhas a conceitualizações institucionais. Abaixo alguns exemplos de algumas em que a política é fundamental, tanto para entender a ficção quanto realidade (clique nas imagens para ampliar e ler uma página!):


Vencedor do Prêmio Pulitzer, Maus, de Art Spiegelman, memoraliza a experiência do Holocausto vivida pelo pai do autor. Retrata os nazistas como gatos, os judeus como ratos, os poloneses como porcos e os americanos como cães:

Watchmen, de Alan Moore, é escrita dentro do contexto político-social dos anos 80, somado ao medo, refletido da Guerra Fria, do Apocalispse Nuclear. O que aconteceria se existissem super-heróis reais? E se um deles fosse uma forma de "Super-Homem" indestrutível? E se este fosse um patriota americano, "funcionário" do governo e tivesse participado nas guerras? E as pessoas consideradas normais, como realmente reagiriam ao perderem seus empregos (policiais e seguranças) para super-heróis?:

Transmetropolitan, de Warren Ellis, conta as aventuras de um jornalista revoltado num futuro manipulado pelas informações, onde se criam mais verdades do que atualmente, principalmente em política e em eleições:

Presidente do Mundo!?

Se você pensa que os americanos são os únicos que acompanham seu período de Eleição Presidencial é melhor pensar novamente. Da Inglaterra para a Rússia, passando até pelo o Oriente Médio , as pessoas do mundo todo estão muito atenta ao deste ano da batalha para a Casa Branca-e eles estão usando YouTube a declarar os seus endossos e falar as suas mentes.



Reconhecendo a importância global dos E.U.A., neste ano de eleição, LinkTV lançou "Dear American Voter", uma série de vídeos em que cidadãos não americanos foram entrevistados para saber se estavam favor de quem e porquê.
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Outros internautas não americanos estão postando mensagens personalizadas para os seus candidatos favoritos, como um vídeo que pede para Barack Obama, se ele for eleito, não se esquecer sobre o povo da África. Outros "YouTubers" têm sido um pouco mais ambiciosos, como um cidadão britânico que recentemente viajou, da Inglaterra para São Francisco especificamente, para ser voluntário de Hillary Clinton em sua campanha.
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Assim as pessoas ao redor do mundo reconhecem que esta corrida presidencial americana não é apenas um "Conto de Americanos", e sim uma história que envolve a todos.
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Youtube na Política

Desde que surgiu o viral via YouTube, a arte da "política rápida" tornou-se um fenômeno cultural. Com isso temos visto os anúncios que os candidatos postam virarem aplicações híbridas, como Hillary Clinton's "Children", que inspirou dezenas de paródias e sátiras, como visto abaixo.
Tudo começou com a campanha do senador McCcain na semana passada. Em seu "Ad 2013", que mostra um inspirador futuro para a América e o para o Mundo, no final do seu primeiro mandato... mas esta visão otimista se transformou em absurdo em "Ad Roughcut McCain 2013". Veja e Entenda:
O Original:


A Sátira:

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Fonte: CitizenTube

quarta-feira, 21 de maio de 2008

"Che" Guevara na Tua Camiseta...

Alguns cineastas terminaram seus filmes em cima da hora para Cannes, mas nenhum como Steven Soderbergh ("Traffic", "Onze Homens e um Segredo"). O diretor americano terminou aos 45 do segundo tempo o seu épico "Che", sobre o guerrilheiro argentino Che Guevara, estrelado por Benicio del Toro, com quatro horas e meia de duração.
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O filme aportou em Cannes hoje, dia 21, e foi exibido de uma vez só, no fim da tarde - sessões para a imprensa em duas salas ao mesmo tempo em que ocorria a sessão de gala, no Palácio dos Festivais. Havia uma dúvida se a longa duração iria afastar o público, mas o interesse não podia ser maior. As duas sessões de imprensa lotaram depois de formar filas gigantescas; na gala, basta dizer que Madonna e Sharon Stone passaram pelo tapete vermelho do filme.
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"Chê" é dividido em dois filmes, um chamado “The Argentine” e o outro “Guerrilla”. The Argentine” começa com “Che” e um bando de exilados cubanos que se mobilizam, em 1956, contra o regime do ditador Fulgencio Batista, onde junta-se a Fidel Castro (Demián Bachir) e seu irmão Raúl (Rodrigo Santoro) para fazer a Revolução Cubana. Em paralelo à ação em Cuba, o filme costura uma entrevista de Che a uma jornalista americana e alguns de seus discursos virulentos nas Nações Unidas, em Nova York. Já “Guerrilla” mostra a experiência fracassada de fazer a revolução na Bolívia, onde termina morto pelos militares.

Ao ver-se "Che", fica evidente que o filme só está na competição deste ano pela importância política do tema, com a especulação sobre o futuro de Cuba depois do afastamento de Fidel. Soderbergh adota um tom sóbrio demais, com uma clara admiração pelo guerrilheiro, mas sem nenhuma paixão nas cenas - como se as táticas de guerrilha fossem algo cerebral como os lances de xadrez.
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Fora a ironia de ter a história do maior guerrilheiro latino-americano contada por um diretor de Hollywood, ainda que numa produção independente. Fidel certamente vai torcer o nariz.
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domingo, 18 de maio de 2008

Campanha Presidencial: Moçambique 2004

Pequena amostra do trabalho de produção nas eleições gerais e presidenciais em Moçambique em 2004. Abaixo, o que uma pequena equipe de profissionais pode fazer em uma eleição difícil: